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Resumo:
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Numa sociedade cada vez mais
competitiva e, em constante mudança, a
assimilação dessa «metamorfose» pode ser
um processo assustador. Será normal experimentarmos
sensações de «impotência» em
determinados sectores, dada a nossa «incapacidade
», pelo menos numa relação temporal,
em absorver tudo num tempo record.
Parece-nos pois imperativo pensar, repensar
e agir em tempo adequado.
Pretendemos, salientar o papel da Escola, à
luz das orientações da Comissão Inter nacional
sobre Educação para o século XXI, na
adversidade que as crianças com necessidades
educativas especiais e as suas famílias
enfrentam. Que papel assume, ou pode
assumir, a Escola, no sentido de ser um
trampolim para estruturar condutas resilientes
nas mesmas?
Vários especialistas afirmam que, a resiliência
é de natureza dinâmica, podendo variar através
do tempo e das circunstâncias. Apresenta -
-se como um equilíbrio entre factores de risco,
factores protectores e a personalidade do ser
humano. Sendo assim, a adversidade a ela
associada, também se aprende a enfrentar e
acreditamos que a Escola, na figura representativa
dos seus docentes, tem um papel fundamental
a desempenhar. |