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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/20.500.11796/45</id>
  <updated>2026-04-26T20:22:47Z</updated>
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    <title>O Valor e a Utilidade da Filosofia para Crianças</title>
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      <name>Gonçalves, Daniela</name>
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      <name>Azevedo, Cláudia</name>
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    <updated>2014-05-19T10:49:49Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O Valor e a Utilidade da Filosofia para Crianças
Authors: Gonçalves, Daniela; Azevedo, Cláudia
Abstract: Até agora, a Filosofia tem sido mantida distante da&#xD;
criança e, dependendo da abordagem pedagógica e&#xD;
antropológica que fizermos, ela deveria mesmo estar&#xD;
afastada. O problema não é nada simples: para alguns, a&#xD;
racionalidade necessária à elaboração do pensamento&#xD;
filosófico ainda não estaria presente (pelo menos nas&#xD;
primeiras fases da infância), enquanto que, para outros,&#xD;
a capacidade de indagação, questionamento e perplexidade,&#xD;
(que constitui a ferramenta principal da Filosofia)&#xD;
se mostra com toda a espontaneidade precisamente na&#xD;
criança.&#xD;
Nas últimas décadas, o programa de Filosofia para&#xD;
Crianças, proposto pelo norte-americano Matthew Lipman&#xD;
e hoje atraindo o interesse da UNESCO e da&#xD;
UNICEF, tem mostrado a possibilidade e a necessidade&#xD;
de tal prática.&#xD;
Partindo do pressuposto, que nenhum acto pedagógico&#xD;
pode ser concebido sem uma finalidade ética (muito&#xD;
menos na Filosofia), um programa de Filosofia para&#xD;
Crianças não pode ser desprovido de eticidade. Para Lipman,&#xD;
o próprio desenvolvimento de uma Comunidade&#xD;
de Investigação, criada no âmbito do seu método de filosofar&#xD;
com as crianças, é uma proposta ética, promotora&#xD;
da capacidade de cooperação e interlocução tolerante&#xD;
entre os membros desta comunidade. E mesmo fora do&#xD;
contexto das ideias lipmanianas, a interdisciplinaridade,&#xD;
que hoje se reconhece como indispensável, permite&#xD;
estabelecer pontes entre Ética e Filosofia, já naturalmente&#xD;
existentes.&#xD;
Neste contexto, a nossa proposta consiste em evidenciar&#xD;
a possibilidade de contemplar, no 1º Ciclo, uma metodologia&#xD;
“filosófica”.
Description: p. 103-111</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Cartaz didáctico</title>
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      <name>Matos, João Carlos</name>
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    <updated>2014-05-19T10:41:40Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Cartaz didáctico
Authors: Matos, João Carlos
Abstract: Com a presente reflexão pretende-se reflectir sobre o&#xD;
cartaz, nomeadamente o cartaz didáctico em contexto&#xD;
de sala de aula, tendo em vista um melhor desempenho&#xD;
pedagógico, nas práticas correntes de estágio da formação&#xD;
inicial de professores do 1º Ciclo do Ensino Básico.&#xD;
O recurso ao cartaz didáctico na sala de aula, tal como&#xD;
muitos outros materiais de apoio, por nos parecer frequente&#xD;
e, por vezes, pouco consistente, merece um olhar&#xD;
mais atento e fundamentado. A escassa bibliografia de&#xD;
especialidade existente sobre o assunto traduz a pouca&#xD;
atenção que têm merecido materiais de apoio deste tipo.&#xD;
Integrado num conjunto de vários materiais didácticos,&#xD;
o cartaz é aqui abordado como ferramenta/produto e&#xD;
como percurso/processo. Enquanto ferramenta/produto&#xD;
interessa-nos perspectivar este material de apoio&#xD;
como algo que serve um determinado fim pedagógico,&#xD;
mas que se apresenta como algo acabado e pronto a usar&#xD;
por terceiros. Considerando o cartaz como uma forma&#xD;
de registo que ajuda a perceber melhor o percurso e o&#xD;
processo traçado até se alcançar determinada aprendizagem,&#xD;
interessa-nos um conjunto de considerações&#xD;
pedagógicas que julgamos importantes numa boa prática&#xD;
pedagógica e que configuram um conjunto de&#xD;
experiências significativas no domínio do ensino/aprendizagem.&#xD;
Assim, desenvolveremos esta reflexão em torno de uma&#xD;
dupla questão: O que é um “cartaz didáctico”? Que considerações&#xD;
pedagógicas e comunicacionais formular a propósito&#xD;
da utilização e construção de um cartaz didáctico?
Description: p. 93-101</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Caracterização da prática das Ciências no Ensino Básico – 1º Ciclo</title>
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      <name>Ferreira, Vera</name>
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      <name>Rosa, Maria João</name>
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      <name>Quinta e Costa, Margarida</name>
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    <updated>2014-05-19T10:36:16Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Caracterização da prática das Ciências no Ensino Básico – 1º Ciclo
Authors: Ferreira, Vera; Rosa, Maria João; Quinta e Costa, Margarida
Abstract: Com as Reformas Curriculares do 1º Ciclo do Ensino&#xD;
Básico, o Ensino Experimental das Ciências tem vindo a&#xD;
ser implementado como metodologia de desenvolvimento&#xD;
da área do Estudo do Meio e, indirectamente, de todas as&#xD;
outras áreas, favorecendo no aluno a construção do seu&#xD;
próprio conhecimento.Neste contexto, o professor deverá&#xD;
criar ambientes propícios à aprendizagem e desenvolver,&#xD;
com as suas práticas, as competências necessárias nos alunos.&#xD;
Um dos factores que pode condicionar a prática pedagógica&#xD;
é a formação do professor, quer ao nível da sua&#xD;
formação inicial, quer no que se refere à procura de formação&#xD;
ao longo da vida. O inquérito por questionário foi o&#xD;
instrumento escolhido para avaliar a postura de 24 professores&#xD;
do 1º Ciclo perante o ensino experimental das Ciências.&#xD;
Comparámos as atitudes demonstradas por um grupo&#xD;
de professores formados pelas Escolas do Magistério Primário&#xD;
com as de um outro formado por Escolas Superiores&#xD;
de Educação. Relativamente ao gosto pelos temas das&#xD;
Ciências, à realização de experiências com os alunos, privilegiando&#xD;
o trabalho individual e de grupo e à valorização da&#xD;
metodologia por descoberta, estes factores não constituíram&#xD;
elementos diferenciadores entre os grupos. Vinte e&#xD;
três dos 24 inquiridos já tinham realizado experiências mas&#xD;
encontramos discrepâncias nas respostas em ambos os&#xD;
grupos, uma vez que os temas mais abordados experimentalmente&#xD;
não eram aqueles em que se sentiam mais seguros,&#xD;
nem tão pouco indicados como exemplo de&#xD;
experiências realizadas com êxito. Os professores formados&#xD;
no Magistério (54%) assumiram sentir necessidade de&#xD;
formação nesta área, principalmente sob uma abordagem&#xD;
experimental, mas complementada em 80% dos casos com&#xD;
informação científica, enquanto que os professores formados&#xD;
nas ESEs (43%) privilegiaram a formação experimental.&#xD;
O nosso estudo aponta no sentido em que a formação&#xD;
inicial do professor do 1º Ciclo não parece ser um factor&#xD;
limitativo da realização de uma boa prática pedagógica na&#xD;
área das Ciências, sendo influenciado positivamente pela&#xD;
procura de formação ao longo da vida.
Description: p. 85-91</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Como vai o tempo no 1º ciclo?</title>
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    <author>
      <name>Nogueira, Isabel Cláudia</name>
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    <updated>2014-05-19T10:43:34Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Como vai o tempo no 1º ciclo?
Authors: Nogueira, Isabel Cláudia
Abstract: A Associação de Professores de Matemática subordinou&#xD;
o Ano Temático 2005/2006 ao tema Matemática e&#xD;
Tempo. Com esta iniciativa, pretendeu-se, entre outros&#xD;
aspectos, compreender melhor a estreita ligação que&#xD;
existe entre a Matemática e Tempo e, em particular, a&#xD;
influência que o Tempo temao nível da aprendizagem da&#xD;
Matemática e das práticas profissionais dos professores.&#xD;
É neste contexto que nos propomos apresentar dados&#xD;
obtidos num estudo exploratório sobre práticas lectivas&#xD;
com recurso a explorações sobre o Tempo no âmbito da&#xD;
Matemática no 1º Ciclo do Ensino Básico. Com a realização&#xD;
desse estudo, pretendeu-se identificar e caracterizar&#xD;
situações, actividades e materiais presentes em&#xD;
propostas de trabalho relacionadas com a exploração do&#xD;
Tempo no 1º Ciclo. Como principais conclusões deste&#xD;
estudo, refiram-se uma frequente exploração praticamente&#xD;
em simultâneo do conceito de Tempo e dos respectivo(&#xD;
s) processos(s) de medição, a prática corrente&#xD;
de apresentação aos alunos de situações contextualizadas&#xD;
e significativas, alguma interdisciplinaridade nas&#xD;
actividades propostas e uma utilização de materiais bastante&#xD;
diversificada nas práticas de sala de aula.
Description: p. 73-82</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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