Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/20.500.11796/2513
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dc.contributor.authorGonçalves, Daniela-
dc.contributor.authorQuinta e Costa, Margarida-
dc.date.accessioned2017-10-03T13:32:45Z-
dc.date.available2017-10-03T13:32:45Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationGonçalves, D. & Quinta e Costa, M. (2016). Porque devemos ensinar ciência na formação de professores : literacia dos estudantes e atitudes face à educação científica. In: Atas do XIII Congresso da SPCE : Fronteiras, diálogos e transições na educação (pp. 1194-1199). Viseu : Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (SPCE). Disponível em http://www.esev.ipv.pt/spce16/atas/XIII_SPCE_2016_atas_D.pdfpt_PT
dc.identifier.isbn978-989-96261-6-4-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/20.500.11796/2513-
dc.description.abstractDe acordo com a nossa perspetiva educacional, o processo de aprendizagem é adequado quando professor(es) e aluno(s) aprendem, pensam e aprendem a aprender (Korthagen, 2010). Podemos, portanto, considerar que o pensamento crítico é um modo de pensar (sobre qualquer tema, conteúdo ou problema) em que, quem pensa, melhora a qualidade do seu pensamento ao apoderar-se das estruturas inerentes ao ato de pensar e ao submetê-las a padrões intelectuais. A aquisição deste tipo de pensamento requer tempo e exige a orientação de um professor, uma vez que refletir sobre o que pensou não é um processo espontâneo, mas cultiva-se. É nesta perspetiva crítica e de apropriação do saber – saber pensar ciência – que preconizamos a educação científica na formação de professores, nomeadamente no curso de Licenciatura em Educação Básica (LEB). Aliar o pensamento crítico à inquestionável necessidade de uma sólida formação no percurso formativo de um professor, neste caso, no que diz respeito à literacia científica, é indiscutivelmente uma das competências trabalhadas e fomentadas neste ciclo de estudos. Uma grande parte dos estudantes não escolheu disciplinas científicas de ciências ao nível do ensino secundário pelo que se constituem como uma amostra heterogénea. Tendo em conta os procedimentos metodológicos, iremos apresentar dados recolhidos no presente ano letivo com estudantes da LEB. Todos os estudantes foram informados acerca da finalidade definida neste percurso investigativo – conhecer as perceções dos futuros professores sobre a educação científica -, tendo sido salvaguardada a identidade dos participantes. Esta colaboração implicou o preenchimento de um inquérito por questionário, materializado numa escala de tipo Likert, nominal, onde os estudantes especificaram o seu grau de concordância relativamente a conceitos no domínio do conhecimento científico e do pedagógico-didático. A preocupação quanto às conceções dos estudantes torna-se pertinente quando consideramos que a qualidade da educação também se constrói nos processos de ensino aprendizagem vividos na aula (Bolívar, 2012), pelo que formar bons professores de ciências é importante para a promoção de boas, significativas e efetivas experiências de aprendizagem.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectEnsino das ciênciaspt_PT
dc.subjectFormação de professorespt_PT
dc.subjectDesenvolvimento profissional docentept_PT
dc.titlePorque devemos ensinar ciência na formação de professores : literacia dos estudantes e atitudes face à educação científicapt_PT
dc.typeconferenceObjectpt_PT
degois.publication.firstPage1194pt_PT
degois.publication.lastPage1199pt_PT
degois.publication.locationViseupt_PT
degois.publication.titleXIII Congresso SPCE Fronteiras, diálogos e transições na educaçãopt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.relation.publisherversionhttp://www.esev.ipv.pt/spce16/atas/XIII_SPCE_2016_atas_D.pdfpt_PT
Appears in Collections:Conferências: comunicações, artigos publicados em Atas

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